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Novos conhecimentos exigem novos arquivos e o Instituto Hemisférico está desenvolvendo o primeiro e maior arquivo de práticas performáticas do mundo -- tudo, desde performances estéticas (dança, arte performática, etc.), fiestas religiosas e rituais à performances políticas (eleições, passeatas, etc.). Em parceria com as Bibliotecas da NYU, e com o apoio da Mellon Foundation, o Instituto está criando uma coleção permanente de materiais sobre performance que possam ser pesquisados e vistos através de nosso website. Este projeto guarante que estes materiais sejam permanentemente cuidados, estejam disponíveis e sejam preservados como Biblioteca Vídeo Digital do Instituto Hemisférico (HIDVL).
Nossas coleções mais recentes incluem materiais sobre/pelos artistas das Américas:
- Os materiais do Instituto Hemisférico, desde seu começo até o presente momento, incluem filmes de performances por artistas reconhecidos, entrevistas, Encontos e outros eventos.
- Os artistas dos Estados Unidos como o El Teatro Campesino (o primeiro grupo teatral Chicano), artistas performáticas femininas (por ex., Carmelita Tropicana, Nao Bustamante e Split Britches), artistas performáticos como Guillermo Gómez-Peña, Anna Deavere Smith, grupos de performance (como o Circus Amok) entre outros.
- Arte performática de todas as Américas: Desde Susana Cook -- uma artista performática argentina em Nova York cujo trabalho lida com sexualidade, gênero, homofobia, racismo, nacionalismo e ditadura -- até Luisa Calcumil, uma artista Mapuche da Patagônia que lida com assuntos sobre a identidade indígena.
- Coleções maiores de grupos e artistas performáticos latino-americanos mais importantes: Grupo Cultural Yuyachkani (Peru), CADA(um grupo ativista de artistas que usavam a performance para enfrentar a ditadura de Pinochet no Chile), os quinze anos de cabaré político El Hábito, liderado pela artista mexicana Jesusa Rodríguez e sua companheira Liliana Felipe, Fortaleza de la Mujer Maya (FOMMA) um centro comunitário e grupo teatral dirigido por mulheres Mayas em Chiapas, México, com enfoque nos direitors das mulheres e indígenas, alfabetismo, sobrevivência cultural e educação nas línguas indígenas Tzeltal e Tzotzil.
- O arquivo da American Indian Community House (AICH) que inclui vinte anos de documentação em vídeo de performances dos artistas indígenas como Spider Woman, o teatro Coatlicue e outros artistas de renome.
Para cada coleção, estamos criando um web companion que contextualiza os vídeos com ensaios, entrevistas, bibliografias e materiais extras os quais os visitantes poderão achar úteis. |
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