Barbara Browning
Department of Performance Studies
New York University

This presentation will attempt to make connections between different trans-gender performances in Brazil and the U.S. We will examine two cases as they have been depicted in documentary film: Tânia Cypriano's Odo Ya! Explores the openness of Candomblé philosophy in thinking about sex and sexuality, while Jenny Livinston's Paris is Burning helped to make Harlem gay balls iconic events for thinking about the performativity of gender. How do these two sites in the African diaspora resemble one another? How are they distinct? Does the juxtaposition tell us anything about the significance of gender in ritual, familial and carnivalesque space?

Essa presentação vai tentar fazer ligações entre diferentes performances trans-gênero no Brasil e nos Estados Unidos. Vamos examinar dois casos documentados em filme: o Odo Ya!, da Tânia Cypriano, aponta a flexibilidade da filosofia do Candomblé em pensar sobre o sexo e a sexualidade, enquanto o Paris is Burning, da Jenny Livinston, tornou os "gay balls" do Harlem em eventos icônicos para pensar sobre a "performatividade" do gênero. Como é que esse dois sítios na diaspora africana se assemelham? Como é que são distintos? A comparação nos diz alguma coisa sobre o papel do gênero nos espaços rituais, familiares, e carnavalescos?

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