This course explores the interconnections between trauma, terror, memory, and performance through three major 20th and 21st c. events – the Holocaust, Argentina’s ‘Dirty War,’ and the United States’s post 9/11 “war on terror ” – and the theoretical questions they raise. Do they each have their own unique structure and idiom, or can we think about individual and collective trauma through a trans-local, cosmopolitan lens? Topics include: the performance of state power and state sponsored terror; the individual and collective nature of trauma; the effects of gender, race and power on trauma and memory; embodied practices such as testimony and witnessing, their use in literature, museums, pedagogy, and performance, and their archivization; the relation of torture and truth; the social role of sites of memory and memorialization (Auschwitz, Club Atlético, Ground Zero, Guantanamo, etc.); theaters of justice such as trials, tribunals and truth commissions; performances of protest and resistance.
Oferecido em conjunto com o Instituto Hemisférico de Performance e Política, este curso explora a relação entre a cultura e os direitos nas Américas, com ênfase posta na cidade de Bogotá, hoje. O curso é organizado em três segmentos: uma semana em Nova York, onde são introduzidas as principais leituras e questões em torno da performance, da cidadania e dos direitos culturais, especialmente em relação à Colômbia; um mini-curso de 4 dias focado em direitos culturais e performance na cidade de Bogotá, Colômbia, enfatizando as lutas em torno do espaço público; e o Encontro de 10 dias do Instituto Hemisférico em Bogotá, que se foca em cidadania e direitos culturais pelo continente americano. Por favor, ver http://www.hemisphericinstitute.org/eng/encuentro/colombia_overview.html para maiores informações sobre o Encontro.
Este curso explora as inter-relações entre trauma, memória e performance na América Latina. Partindo da década de 60, o foco será em eventos ocorridos nas Américas — México 1968, A "Guerra Suja" da Argentina, Chile sob Pinochet, Nicarágua e outros lugares onde sistemas políticos criminosos geraram seus cidadãos "desaparecidos" e traumatizaram populações inteiras. Cada contexto apresenta uma estrutura e idioma necessariamente único ou podemos analisar trauma individual e coletivo através de uma lente translocal e cosmopolita? Tópicos de investigação incluem: a performance do poder e o terror patrocinado pelo estado; a natureza individual e coletiva do trauma; o estudo de práticas corporais como o testemunho e o depoimento; a construção de arquivos de testemunho; o depoimento, seu uso na literatura, no museu, na pedagogia, sua dramatização, seu arquivamento; a função social dos lugares de memória (ESMA, Villa Grimaldi etc.); performances de protesto e resistência.
Este curso explora as muitas maneiras pelas quais os artistas e ativistas políticos e outros atores sociais usam a performance para realizarem intervenção social. Começamos o curso ao examinar várias teorias sobre a performance e a política (Brecht, Boal, Foucault, Ngugi wa Thiong'o entre outros) e daí focamos os problemas do corpo político, espaço, evento e platéia, on-line ou não. Prestaremos uma atenção especial ao papel da performance nas eleições presidenciais de 2008. Exibições de vídeo e palestras com convidados fornecerão uma dimensão suplementar para o curso. Incentivamos os alunos a desenvolverem seus próprios sites de pesquisa e mostrarem seus trabalhos com uma apresentação final e um trabalho escrito.
O Peru tem testemunhado uma mudança sem precedentes em sua última geração, começando com o período brutal de violência civil sofrida pelo país entre 1980 e 2000. Juntamente com o Grupo Cultural Yuyachkani, focaremos as divisões sociais que por tanto tempo têm definido a cultura peruana e consideraremos a política de "cura" através de um entendimento cuidadoso e do cruzamento de tais fronteiras. Tomamos a noção de "fronteiras" como uma moldura para organizarmos nossas leituras, visitas e outras atividades: como o social e o discurso no Peru entendem as fronteiras que dividem o seu país por gênero, raça ou classe? Como o discurso nacional e estatal peruano reproduz estas divisões e/ou sua integração em potencial? Exploraremos estes problemas através de uma gama de atividades relacionadas: uma oficina intensiva com o Grupo Cultural Yuyachkani, palestras com convidados acadêmicos e artistas líderes em seus campos, visitas a museus e outros locais e uma série de leitura e exibições de filmes; tudo isso descrito no programa.
Este curso explora as muitas maneiras pelas quais os teóricos e profissionais de teatro pensam sobre a maneira pela qual a ação cênica (seja ela em filme, teatro ou política) pacifica, ativa, insere, e manipula os espectadores. Exploraremos os conceitos como identificação, voyeurismo, narcisismo, prestação de testemunho, "percepticídio", o espectador-ator entre outros.