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O que deve ser um corpo da era da cirurgia plástica?
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O que deve ser um corpo na era da cirurgia plástica?
Descrição de uma performance
por Helena Vieira


Resumo

O que deve ser um corpo na era da cirurgia plástica?

Trata-se de artigo testemunhal no qual um percurso artístico com suporte acadêmico é descrito. “Como construir  uma  autoperformance a partir da questão gênero, do meu corpo e de alguma revolta.” Este passou a  ser o título de uma dissertação que tem a prática como objetivo final. Tal constatação da mudança de eixo, de mais recorte proporcionado pelo suporte acadêmico, também interferiu no título da obra artística, de El Segundo Sexo a obra passou a ser ÀSimone da Bela Visão.

É um  testemunho de como um percurso acadêmico  adquiriu, na prática, o discurso mudo do corpo (feminino) forjado pela expressão do  pensamento  político  de mulheres valorosas do século XX. As bandeiras políticas, antes ditas em palavras se calaram e um corpo mutante se fortaleceu cada vez mais deixando uma dúvida incomôda: de que lugar, entre a mulher e o homem  o nosso ser contemporâneo se instaura?



What should a body be in the era of plastic surgery?
Description of a performance
by Helena Vieira

Abstract

What should a body be in the era of plastic surgery?

This is a testimonial article in which an artistic trajectory is described through an academic support. "How to construct a self-performance from the issue of gender, my body and some revolt." This has become the title of a dissertation whose final aim is practice. Verifying this change of direction provided by the academic support also resulted in a change of the artistic work's title, from The Second Sex to To Simone of the Vision of Beauty.

This is a testimonial of how an academic trajectory acquired, in practice, the mute discourse of the body (female) devised by the political thought of renowned women in the twentieth century.

The political flags, put in words before, were silenced, and a mutant body was strengthened more and more, leaving behind a cumbersome question: where between woman and man is our contemporary body established?