|
ANEXO1 |
TRIBOS DO BRASIL ATUAL
No total são 208 tribos, a seguir indicamos algumas.
Um gráfico detalhado pode ser encontrado no site:
http://www.naturalsul.com.br/tupi/indio_li.htm
Aimoré
Grupo não-tupi, também chamado de botocudo, vivia do sul da Bahia ao norte do
Espírito Santo. Grandes corredores e guerreiros temíveis. Só foram vencidos
no início do século 20.
Avá-Canoeiro
Povo ameaçado de extinção. As duas tribos existentes somam pouco mais de uma
dezena de integrantes. Não aceitam o cruzamento com outras tribos e recusam
o contato entre si por questões ideológicas. Pertencem à família lingüística
Tupi-Guarani e viviam entre os rios Formoso e Javarés, em Goiás. Em 1973, um
grupo foi contatado. Foram pegos "a laço" e transferidos para o Parque
Indígena do Araguaia (Iha do Bananal) onde foram colocados ao lado de seus maiores
inimigos históricos, os Javaé Eram exímios canoeiros e viviam da pesca até
que parte de seu território foi alagado pela hidrelétrica Serra da Mesa, no
rio Maranhão.
Caeté
Os deglutidores do bispo Sardinha viviam desde a ilha de Itamaracá até as margens
do Rio São Francisco. Depois de comerem o bispo, foram considerados "inimigos
da civilização". Em 1562, Men de Sá determinou que fossem "escravizados
todos, sem exceção".
Caiapó
Povo de língua da família Jê. Distribuem-se por 14 grupos na região do rio Xingu.
Em 1990, segundo a Funai, eram 3.550 índios. Explorando a riqueza existente
nos 3,3 milhões de hectares de sua reserva no sul do Pará - especialmente o
mogno e o ouro, os caiapós viraram os índios mais ricos do Brasil. Movimentam
cerca de U$$15 milhões por ano, derrubando, em média, 20 árvores de mogno por
dia e extraindo 6 mil litros anuais de óleo de castanha.
Kaingang
Povo de língua da família Jê. Também conhecidos como Coroados, vivem em 26 pequenas
áreas indígenas no interior dos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina
e Rio Grande do Sul. São aproximadamente 7.000 índios.
Pataxó
Povo de língua da família Maxacali, do tronco Macro-Jê. Abandonou sua língua
original e expressa-se apenas em português. Vive no sul da Bahia, em Barra Velha,
Coroa Vermelha e Monte Pascoal, em zona economicamente valorizada (cacau e turismo),
nos municípios de Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália e nas áreas indígenas Mata
Medonha e Imbiriba. Em 1990, eram aproximadamente 1.600 índios.
Tupiniquim
Povo de língua da família Tupi-Guarani.
Foram os índios vistos por Cabral. No século XX, chegaram a ser considerados
extintos. Na década de 1970, um grupo teve sua identidade reconhecida pela Funai.
A maioria de seus integrantes já não fala a língua original, expressando-se
em português. Vivem em três pequenas áreas indígenas, no Espírito Santo. Em
1990, segundo a Funai, eram aproximadamente 900 indivíduos.
Kamayurá
Os índios kamayurá vivem na região no alto Xingu, 800 quilômetros à noroeste
de Brasília
Urubu-Kaapor
A quase totalidade dos índios Kaapor vivem em território maranhense, numa área
de cerca de 530 ha., delimitada pela FUNAI. As aldeias Kaapor constituem-se
prioritariamente com base em laços de família, e cada família nuclear vincula-se
diretamente ao seu responsável masculino. Vivem dos produtos da caça, de peixes
e pássaros, mas, essencialmente, da farinha de mandioca e dos seus derivados.
Outras plantas (batata-doce, cará, milho) ou frutas (banana, limão, cupuaçu,
melancia ...) podem vir a rechear esta dieta, cujo preparo e ingestão obedecem
a uma complexa teia de prescrições e de tabus alimentares.
Xavantes
Povo de língua da família Jê. Autodenominam-se Akwe ou Akwen. Contatados na
década de 1940, eram índios guerreiros que resistiram à ocupação de seu território
(Mato Grosso) pelos colonizadores. Os jês são predominantemente caçadores e
coletores. Os xavantes, por exemplo, se acostumaram a retirar do Rio das Mortes
e de seus lagos o alimento para o sustento das aldeias. Valorizam os rituais
de morte e são divididos em dois blocos. Cada membro da tribo recebe um sinal
de que é de uma metade ou da outra, e estes dois grupos não podem se casar entre
si. No sul do Brasil, os jês são representados pelos Kaingangues e pelos Xokleng,
que apresentam praticamente as mesmas características, apenas adaptadas ao ambiente.
No Rio Grande do Sul, além dos Kaingangues, existem os índios Guaranis, que
pertencem a um tronco lingüístico diferente, o tupi.
Informações obtidas no site http:/www.jafomosindios.hpg.ig.com.br
1. Tupari
2. Aricapu ou maxubi
3. Sabanê
4. Cavalba
5. Suruí e gavião
6. Puruborá
7. Urupá
8. Arara
9. Caripuna
10. Pacaá-nova
11. Caritiana
12. Jaminauá
13. Manitenere
14. Caxinauá
15. Culina
16. Campa
17. Paianáua
18. Marubo
19. Maia
20. Catuquina
21. Tamanauá
22. Dani
23.Jamamandi
24. Caxarari
25. Apurinã
26. Paumari
27. Jarauara
28. Juma
29. Parinlintim
30. Morerebi e diarrói
31. Boca-preta ou tenharim
32. Mura-pirahã
33. Orelha de pau ou numbiaí
34. Apiacá
35. Mundurucu
36. Maué ou sataré
37. Tucuna
38. Macu
39. Tucano
40. Uanana
41. Tariana
42. Cobéua
43. Baniva
44. Mandauaca
45. Guaaribo
46. Paquidai
47. Aiualeri
48. Uaicá
49. Maiongongue
50, Xirianá
51. Uapixana
52. Taulipangue e macuxi
53. Parucoló-xaruma
54. Uariquiana ou ariquena
55. Pianocotó-tirió
56. Urucuiana
57. Aparaí
58. Caiabi
59. Curuaia
60. Cubencragnotire
61. Cubencranquegn
62. Gorotire
63. Xicrim
64. Crenacarore
65. Suruí
66. Gavião
67. Paracanã
68. Assurini ou acuaua
69. Arara
70. Amanajé
71. Turivara
72. Tembé
73. Palicure
74. Caripuna
75. Galibi-mauorno
76. Galibi
77. Urubu (caapor)
78. Guajá
79. Guajajara
80. Cricati
81. Canela
82. Creniê
83. Potiguara
84. Xucuru
85. Cambiuá
86. Huamué ou aticum
87. Pancarará
88. Pancararu
89. Fulniô
90. Xucuru-cariri
91. Tuxá ou rodela
92. Caimbé
93. Quiriri
94. Pataxó-hahahãi
95. Guerem
96. Maxacali
97. Guarani
98. Caingangue
99. Xetá
100. Xoclengue
101. Terena
102. Cadiveu
103. Guató
104. Borôro
105. Xavante
106. Tapirapé
107 .Mentuetire e txucarramai
108. Diore
109. Juruna
110. Suiá
111. Matipui e naucuá
112. Calapalo
113. Camaiurá
114. Uaurá ou vaurá
115. Iaualapiti
116. Meinacu
117. Cuicuro
118. Auiti
119. Txicão
120. Bacairi
121. Agavotocuengue
122. Trumai
123. Tapaiuna
124. Ipeuí
125. Aripactsá
126. ltogapuque e boca.negra 127. Beiço-de.pau
128. lrantxe
129. Cinta- larga
130. Paresi
131. Nambiquara
132. Mamaindê, galera sararé
133. Carajá
134. Xerente
135. Craô
136. Apinaié