Photo/Foto: Julio Pantoja
Dono das Borboletas
Criação coletiva da FOMMA. Conta a história de Chepe, um órfão predestinado por seu "wayjel"—o beija-flor —a mudar o destino dos escravos que sofrem sob o regime despótico do proprietário de uma plantação de café. A peça expõe as depreciáveis condições de vida e trabalho dos cafeicultores, denunciando assim a violação dos direitos humanos e exigindo o cumprimento dos direitos fundamentais dos indivíduos.
Biografias
Doris Difarnecio é atriz e diretora teatral de Nova York, com raízes colombianas. Vive criando e dirigindo peças com o grupo FOMMA (Fortaleza da Mulher Maya) desde 1999. Há dois anos, Difarnecio vive na Espanha, para cursar seu mestrado pela Universidad Autónoma de Madrid. Ela é a primeira diretora do Centro Hemisférico/FOMMA, em San Cristóbal de las Casas, Chiapas, México.
María Francisca Oseguera Cruz começou sua carreira com a FOMMA quando a organização foi aberta em 1994, trabalhando como cozinheira para a creche. Tem colaborado com a criação de peças cooperativas da FOMMA, e escrito seus próprios contos e peças. Desde 2006, tem exercido o cargo de diretora do quadro executivo da FOMMA.
Victoria Patishtan Gómez se juntou à FOMMA, no ano de 2001, escrevendo contos, sua própria história de vida e histórias das comunidades Tzotziles que foram usadas nas peças de teatro. Victoria (falante da língua tzotzil) aprendeu o espanhol através de seu trabalho e suas peças. Além de atuar, Victoria se encarrega da roupa de teatro, cria máscaras para diferentes personagens e animais, organiza o arquivo de fotos e é secretária do quadro executivo. Recebeu treino teatral de Doris Difranecio.