The Tooth of Crime (1973) Photo/Foto: HIDVL
  • Título: The Tooth of Crime
  • Holdings: video (HIDVL)
  • Duração: 01:32:52
  • Idioma: English
  • Data da performance: 1973
  • Lugar: The Performing Garage, New York City, in 1973; Film copyrighted in 1974 as part of the Whitney Museum New American Filmmakers Series, in New York City.
  • Type/Format: play, performance
  • Cast/Performers: Spalding Gray (Hoss), Timothy Shelton (Crow), Joan MacIntosh (Becky Lou), James Griffiths (Cheyenne), Stephen Borst (Doc/Galactic Max/Keeper), Elizabeth LeCompte (Star/Ref/Keeper).
  • Credits: Richard Schechner, producer, director ; The Wooster Group, Inc., producer ; The Performance Group, producer, adaptation, music ; Ken Kobland, James (Flip) McCarthy, film directors ; Sam Shepard, writer, lyrics ; Franne Lee, costumes ; Jerry Rojo, environment ; Vicki Polon, Robert Thurber, Rhody Streeter, sound ; Robert Dichter, mix ; Radz Radlauer, Doug Bowes, electronic music ; George Griffin, animation ; Frederick Eberstadt, James Clayburgh, photography.

The Tooth of Crime (1973)

Este filme documenta e, de uma certa forma, reorganiza as cenas da produção do TPG. Na peça The Tooth of Crime, Shepard trabalha com as figuras populares/míticas e motivos do imaginário norte-americano como o caubói, o cantor de rock, a namorada, o disc-jockey e o errante, o fora da sociedade. A linguagem da peça é cheia de ritmo com uma riqueza de aliteração e sincopação que os atores do The Performance Group mais tarde "bordaram" em suas técnicas verbo-físicas para a produção de harmonias, tensões e estados físicos e emocionais. O drama encorpora as contradições inerentes no sistema de "star" (estrela) que cria "personalidades" somente para descartá-las quando não forem mais produtivas comercialmente. Ao usar a sua própria versão de música rock, o TPG explora, num complexo espaço físico, um mundo de gângesters e caubóis urbanos. A performance apresenta uma infinidade de personagens de histórias em quadrinhos que sublinha os enganos e as falhas do "Sonho Americano". As sutilezas de caracterização, a mise-en-scène do "environmental theater" e o movimento fazem desta produção um trabalho único. Por ser impossível ver toda a ação neste espaço, os espectadores fluem com a ação de uma parte do teatro ao outro. A performance na qual Spalding Gray faz o papel de Hoss é talvez um dos seus melhores trabalhos no teatro "habitual".


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