DANCENOISE Pão e circo (1985)
  • Título: Bread and Circus
  • Holdings: photo gallery
  • Duração: Unknown
  • Idioma: English
  • Data da performance: 1985
  • Lugar: Franklin Furnace, New York, New York, USA
  • Cast/Performers: Conceived and performed by DANCENOISE (Lucy Sexton and Anne Iobst).

DANCENOISE Pão e circo (1985)

A DANCENOISE explora a política corporal feminina em Pão e circo / Bread and Circus (1985). Nestas fotos tiradas durante o ensaio geral, a DANCENOISE (Lucy Sexton e Anne Iobst) praticam uma série de movimentos hápticos usando diversas fantasias e interagindo com bonecas. A cozinha torna-se um contexto de local específico para esses atos, além de ser um local de liberação e empoderamento feminino. Através de uma lente queer-feminista, os performers criticam ideais de feminilidade e representações patriarcais das mulheres. A DANCENOISE invoca uma agenda radical que detona construções sociais da identidade feminina na cultura americana.

A DANCENOISE é um grupo artístico, criado por Anne Iobst e Lucy Sexton, cuja performance é baseada na dança. Desde 1983, o grupo já apresentou performances em casas noturnas e teatros por toda a cidade de Nova Iorque, incluindo o WOW Café Theatre, Pyramid Club, 8BC, PS122, Franklin Furnace, the Kitchen e Lincoln Center, e também sediou um cabaré semanal por muitos anos durante os anos 80 no King Tut’s Wah Wah Hut, na região de East Village, em Manhattan. O DANCENOISE já apresentou performances, ensinou e fez turnês nacional e internacionalmente no Phenomenon Festival (Jerusalém); Queer Up North (Manchester); Vienna Fest Wochen (Viena); Mayfest (Glasgow); New York Live (Osaka); e diversas casas ocupadas por toda a Europa no início dos anos 80. O grupo recebeu um prêmio Bessie do New York Dance and Theater por sua performance Toda a raiva / All the Rage no PS122 em 1989. Em 2015, a DANCENOISE foi convidada a exibir uma retrospectiva de uma semana no novo Whitney em Chelsea e a inaugurar o teatro do museu com uma instalação e performance. O crítico teatral do The New Yorker, Hilton Als, descreve a DANCENOISE como "Uma das melhores performances que eu já vi há tempos… A DANCENOISE nos fez lembrar a sensação de alegria ao tempo em que examinava questões sérias".


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